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quarta-feira, 14 de abril de 2021

7 TENDÊNCIAS QUENTÍSSIMAS PARA INSPIRAR VOCÊ AGORA!

 


Ansiosa para descobrir algumas das tendências mais promissoras para 2021? Então continue por aqui que nós da SER Digital fizemos um compilado recém-saído das passarelas especialmente para você.

Olha só:

 


P&B

A clássica duplinha P&B compareceu aos montes, principalmente nas coleções internacionais de Primavera/Verão'21. A junção de preto e branco apareceu tanto em blocos de cores - uma forma mais dramática de utilizar essa composição - quanto nas estampas.

 Onde apareceu? Balmain, Gabriela Hearst, Chanel.

Foto: Balmain, Gabriela Hearst e Chanel (reprodução)



BLAZER OVERSIZED COM OMBREIRAS

Essa tendência não é das mais novas, no entanto, essa peça que já foi muito associada com roupas mais sequinhas - justamente para deixar os ombros em evidência - tem aparecido combinada com calças mais amplas e, principalmente, de alfaiataria.

Onde apareceu? The Row, Max Mara, Valentino.

Foto: The Row, Max Mara e Valentino (reprodução)



MAXI FLUIDEZ

A fluidez fica ainda mais marcante quando incorporada em peças maxi, não? O caimento desse tipo de peça é tão sutil que me lembra a correnteza de um rio.

 Tá aí uma tendência para quem deseja se sentir leve e livre.

Onde apareceu? Alberta Ferretti, Dior, Valentino. 

Foto: Alberta Ferretti, Dior e Valentino (reprodução).



AMARRAÇÕES

Outra tendência que saiu direto das passarelas para os feeds do Instagram: as amarrações. Seja em blusas ou vestidos, o negócio é colocar a pele pra jogo!

Onde apareceram? Christopher Esber, Jacquemus, Michael Kors.

Foto: Christopher Esber, Jacquemus e Michael Kors (reprodução).



WIDE PANTS

Com design marcante e um toque de androginia, as calças amplas têm pipocado no Pinterest e prometem ser uns dos highlights de 2021.

Além disso, são alternativas perfeitas para mesclar com outra tendência irresistível que eu citei ali em cima: o blazer oversized.

Onde apareceram? Fendi, Schiaparelli, Maxi Mara.

Foto: Fendi, Schiaparelli e Max Mara (reprodução).


TECIDOS BRILHOSOS

É chegado o momento de revivermos todo o glamour Disco dos anos 80. Mini cristais quadrados, lurex e outros tipos de brilho não faltarão nas coleções de Primavera/Verão. 

Onde apareceram? Celine, Loewe, Burberry. 

Foto: Celine, Loewe e Burberry (reprodução).



RECORTES ESTRATÉGICOS

Tem medo de decotes profundos ou recortes ousados demais? Então dê uma chance para os recortes estratégicos que mostram um pouco de pele aqui e escondem um pouco de pele acolá.

Onde apareceram? Maximiliam, Givenchy, MSGM.

Foto: Maximiliam, Givenchy e MSGM (reprodução).

 

 

E aí, menina, qual é a tendência que não faltará no seu guarda-roupas? Conte aí pra mim nos comentários!



Nos vemos na semana que vem <3
Equipe SER Digital

sexta-feira, 31 de julho de 2020

OS NOVOS CONSUMIDORES


Guiados pelas mudanças de comportamento que foram impulsionadas pela pandemia de coronavírus, a WGSN apresentou há algumas semanas os principais grupos de consumidores que dominarão o mercado em 2022.

 

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Resumão Haute Couture Fashion Week A/W 20/21

Aconteceu na semana passada, de forma digital, segura e livre - só precisava ter acesso à internet para ver, a primeira Haute Couture Fashion Week on-line. Através das apresentações digitais disponibilizadas do próprio site da Câmara de Alta Costura, as mais de 30 marcas apresentaram suas apostas para o Outono/Inverno de 2021.


De Avatar 3D a até videoclipes, foram tantos destaques que encontramos que nós, da SER Digital, até tivemos que fazer um compilado para você. Olha só:

quarta-feira, 8 de julho de 2020

5 TENDÊNCIAS DE CORES PARA O INVERNO DE 2021


Segundo a WGSN, a líder mundial em previsão de tendências, o outono e o inverno de 2021 serão tomados por 5 cores calmantes, reconfortantes, contemplativas e energizantes. De acordo com a empresa, esses tons com forte presença foram escolhidos “para um tempo de mudança e imprevisibilidade”.

A paleta mescla cores sóbrias, uma referência às paisagens naturais, com cores saturadas e vivas, inspiradas no digital. Olha só:




GOLDEN HARVEST


Golden Harvest ou Colheita Dourada (conhecido entre nós como o mostarda) é uma fusão entre o amarelo e o bege. Ele tem grande apelo nostálgico e foi retirado dos prédios de barro de Marrocos e das paisagens do Saara.


Aonde estará? A WGNS aposta que essas cores serão encontradas principalmente no jeans, Jersey e em clássicos como o Trench Coat.




BLOODSTONE


É a mistura do vermelho vivo, sucesso das últimas primaveras, com a grande aposta do ano, o marrom. A bloodstone busca fazer uma referência ao familiar, à herança, ao que é passado através das gerações.


Aonde estará? Esse tom funcionará em malhas, vestidos, camisas, roupas de banho, acessórios e terá grande destaque no setor de moda festa.




DARK SPRINGS


Essa mistura de chumbo com verde escuro chega como uma alternativa mais interessante que o preto. É uma cor que mudará de tom dependendo da luz, ou seja, em ambientes mais escuros se parecerá com um preto menos intenso e em ambientes ensolarados se mostrará um verde acinzentado profundo.


Aonde estará? Extremamente versátil, funcionará em todas as categorias de moda.




AQUA


O aqua, ou turquesa, grande destaque das coleções passadas de Primavera/Verão continua como tendência para essa estação. É uma cor saturada, que foge do aspecto natural do azul (apresentado sempre em tons que lembram o céu e o mar) e se aproxima do digital, do tecnológico (das telas que apresentam cores vivas e vibrantes).


Aonde estará? Funcionará tanto para as roupas femininas quanto para as masculinas e será usada principalmente no activewear, em tecidos inteligentes e na repaginação de peças clássicas.




ELECTRIC MAGENTA


Embora seja uma cor incomum para a estação de outono/inverno, o magenta se aproxima do bordô e do marsala, que são cores tradicionais dessa estação. É um tom vibrante e revigorante que chega para energizar a estação mais fria do ano juntamente com o Aqua.

Aonde estará? O electric magenta será encontrado principalmente nas roupas de festas, nos tricôs, nas malhas, na activewear, em maquiagens e nas estampas de roupas masculinas.




E aí, amadxs? Gostaram dessas apostas para o outono/inverno 2021? Apesar de achar a paleta terrosa tradicional dessa estação belíssima, eu já estava ansiosa para ver roupas de frio mais coloridas e cheias de contraste nas vitrines.

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  Texto por: Maíra Gea

terça-feira, 16 de junho de 2020

LONDON FASHION WEEK DIGITAL


Do dia 12/6 até o dia 14/6, designers, compradores e admiradores de moda puderam vivenciar a London Fashion Week de uma forma incomum, mais democrática e principalmente segura. Através da plataforma londonfashionweek.co.uk, a British Fashion Council disponibilizou fotos, vídeos, podcasts, lookbooks digitais e desfiles ao vivo para qualquer pessoa que quisesse assistir os conteúdos e ter um gostinho da dinâmica de uma semana de moda internacional.



Londres foi a primeira das 4 grandes capitais a apostar no formato digital. Pela primeira vez, em 37 anos de evento, a London Fashion Week mesclou os desfiles masculinos, que normalmente eram apresentados em junho, com os femininos, que acontecem em setembro, em uma única programação on-line. Para Caroline Rush, CEO da British Fashion Council, levar a Semana de Moda Londrina para a plataforma digital foi a uma forma de manter culturalmente esse evento em um momento em que ele não poderia ocorrer presencialmente.



Embora seja uma solução razoável em busca da retomada econômica do setor da moda, poucos estilistas estavam preparados para aparecem no line-up da semana passada. Sendo assim, muitos deixaram para exibir suas coleções apenas em setembro, pois estão esperançosos que até lá o isolamento social seja cessado e o formato convencional de desfiles retorne.


NOVIDADE NEM TÃO NOVA ASSIM



O formato digital aplicado nos desfiles de moda não é novidade da LFW. Em março, a Shangai Fashion Week aconteceu de forma 100% on-line, reuniu mais de 150 marcas e disponibilizou os desfiles em tempo real para qualquer um que tivesse uma conta cliente no Tmall (marketplace chinesa de moda varejista). Em abril, foi a vez da Mercedes Benz Fashion Week Rússia levar os desfiles e presentations para as plataformas aizel.ru e MEGOGO. Seguindo a mesma proposta, mas com uma abordagem muito mais tecnológica, Anifa Mvuemba, estilista congolesa responsável pela marca Hanifa, apresentou sua nova coleção através de um desfile 3D on-line, no fim de maio.  






Riddled with a painful history, the beauty of Congo is often untapped and overlooked. The gentleness, beauty, history, poise, majesty, strength, power, and hope of the Congolese spirit inspired this collection. When creating each piece, I was reminded of the stories my mother told me of the women she knew back home in Congo. Women who suffered great loss but still, mustered every ounce of strength everyday to show up. My hope is that this collection inspires all women to stand tall in their power and like the Democratic Republic of Congo, to use their history, whether pretty or painful — to redesign their future. My country, the land of Congo, is ripe with an abundance of natural resources — the greatest of which are its people — its women. Hanifa presents.... Pink Label Congo. Now available at Hanifa.co
Uma publicação compartilhada por Hanifa (@hanifaofficial) em



NOVOS TEMPOS, NOVAS NECESSIDADES, NOVAS ABORDAGENS


Apesar da experiência presencial ainda ser mais emocionante e impactante, não podemos negar que a experiência on-line chega cheia de vantagens em um momento em que claramente precisamos muito dela. O backstage das semanas de moda esconde grandes excessos, como gastos exorbitantes e produção em massa de lixo. Para piorar, muitas marcas ainda desenvolvem coleções inteiras de forma nada amiga do meio-ambiente, pois pensar no verde demanda tempo, planejamento, custos e redução de lucro.


O setor da moda, de forma geral, tem se sustentando através de um ciclo nada sustentável que produz produtos que constantemente devem ser substituídos por outros. Não é atoa que a indústria foi tão impactada pelos desdobramentos da pandemia de COVID-19. Não há espaço para o efêmero e nem para o desperdício num momento como esse.


“A situação atual está nos levando a refletir de forma aguda sobre a sociedade em que vivemos e como queremos viver nossas vidas e criar negócios quando passamos por isso”.

Caroline Rush

Esse formato digital deve ser visto como uma forte aposta para o futuro e não somente como uma solução corriqueira pra driblar a crise. Após anos restringindo essa experiência às pessoas influentes, o setor da moda começa a enxergar que um futuro bem-sucedido só o espera caso ele aprenda a funcionar de uma maneira mais sustentável, justa e menos elitista.


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Texto por Maíra Gea
Equipe SER Digital












terça-feira, 9 de junho de 2020

HOMEWEAR E LOUNGEWEAR | Você sabe o que é?

A moda é um reflexo do comportamento das pessoas e está sempre ligada ao momento vivido pela sociedade. Quando revisitamos o panorama histórico do vestuário, vemos que grandes mudanças atingiram esse setor durante e após tempos difíceis (ou em tempos de mudança). A calça jeans, por exemplo, foi adotada pelo público feminino durante a revolução industrial, pois as mulheres tinham que trabalhar nas fábricas e necessitavam de roupas que não limitavam os movimentos.

E é no meio da Pandemia de Covid-19, momento no qual grande parte da população se encontra em isolamento social, que dois conceitos de moda ressurgem: o homewear e o loungewear. Mais uma vez, temos grandes mudanças sociais ditando os novos rumos da moda e do comportamento.

Ficou curiosa e quer saber um pouco mais sobre esses dois termos? Vem comigo que a SER Digital elaborou um mini-guia pra te deixar por dentro. Olha só:





HOMEWEAR


É um termo que, embora não seja novo, retornou com força total por conta da quarentena. Sem poder sair e trabalhando de casa, muitas pessoas têm optado por uma roupa que seja confortável, estilosa e versátil.


Pra quem procura praticidade, esse estilo cairá como uma luva, já que a moda homewear diminui consideravelmente a quantidade de vezes que você precisará trocar de roupa durante o dia. Dá pra dormir com as peças de homewear, acordar e usar esse mesmo look em alguma saída de urgência na rua ou em outras situações informais (lembre-se que se trata de um estilo despojado).   


#peças-chave: Camisetas de malha, cardigãs, legging, calça jogging e moletons são as porta-vozes desse estilo.





LOUNGEWEAR


Durante e após a crise norte-americana de 2008/2009, as marcas precisaram adequar a moda à nova realidade da maioria da população, que por sua vez estava sem dinheiro e não consumia mais lazer e entretenimento. Dessa forma, as viagens nacionais e internacionais e as saídas caras deram lugar às reuniões na casa de amigos e familiares. Seguindo esse mesmo fluxo, o consumo de moda diminuiu e um estilo que dá novo emprego à peças como pijamas e lingeries surgiu.


A moda Loungewear segue o mesmo caminho que a Homewear, só que essa possui um pouco mais de informação de moda, brinca com mais elementos e não é tão simples como a outra. As peças desse estilo possuem toque suave, modelagem ampla e fluida e são extremamente confortáveis.

#peças-chave: camisa de pijama de cetim, macacões largos, calça cenoura de malha e top de renda podem adquirir uma nova cara dependendo de como são associados com outras peças.





E aí, amadxs? Vocês já tinham ouvido falar desses dois termos?

Quem bom que vivemos o suficiente pra ver aquela roupa confortável de ficar em casa virar moda, não é mesmo? rs




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Texto por: Maíra Gea
Equipe SER Digital